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O futuro no ambiente de trabalho após o Coronavírus

O futuro no ambiente de trabalho após o Coronavírus

Entenda como o equilíbrio e a inteligência emocional são importantes em cenários vulneráveis. Prevenir-se contra a pandemia é fundamental, mas também é preciso povoar a mente com positivismo e determinação. Confira como será o futuro no ambiente de trabalho após o Coronavírus.

O futuro no ambiente de trabalho após o Coronavírus

“Viveremos um novo tempo, onde será preciso se desapegar do passado e construir um novo futuro”. A mensagem de Mauricio Souto, autor do livro Ouse ser grande – a chave para o sucesso, que também aborda como o poder da mente age positivamente diante de cenários vulneráveis, como o atual, sugere ser possível enfrentar e vencer as dificuldades.

Dicas para enfrentar as adversidades ao trabalhar de casa

Para quem está trabalhando remotamente (em home office), o autor sinaliza aos colaboradores compreender ser preciso um posicionamento saudável, manter a serenidade, não se deixar alterar pela agitação exterior, mesmo que pareça impossível; não se deixar levar pelas emoções, mantendo a estabilidade emocional. “Manter-se centrado é fundamental, a fim de focar nas mudanças que serão necessárias, após o término da crise.

É preciso saber o essencial afim de se proteger, mas evitar ao máximo notícias negativas associadas à pandemia. No mais, seguir a vida de forma diferente, até que tudo se normalize”, orienta.

No caso do ambiente de trabalho tradicional, que será retomado após o pico da pandemia, Maurício entende que os colaboradores podem iniciar um processo de revisão de tarefas, projetos e ações. Acredita que após a crise ocorrerá uma ressignificação. Será preciso se desapegar de antigos conceitos e crenças para se começar um processo novo. Mauricio Souto sugere:
“É interessante fazer um realinhamento com seus respectivos gestores ou líderes. Novas ações deverão ser executadas, tendo em vista as mudanças no cenário que irão ocorrer. Percebemos que o passado servirá apenas como experiência, mas serão as atitudes tomadas no presente, baseadas nas novas necessidades, que irão projetar o novo futuro da empresa”.

E indica aos colaboradores, que passado essa crise, também busquem resultados positivos e melhor desempenho. Destaca, ainda, que, apesar do medo, os colaboradores devem começar a agir.
“Como o medo é um sentimento negativo, ele gera dúvidas, e onde há dúvidas está faltando fé. Um elimina o outro. E para que as coisas aconteçam há necessidade de que se tenha fé, primeiro no seu propósito, depois em si mesmo e, por último, mas não menos importante, acreditar que a sua determinação vai gerar os resultados que deseja.

Também será necessário investir no autoconhecimento e no próprio desenvolvimento. É preciso que os colaboradores tenham suas potencialidades rivalidades. Há necessidade de que eles desenvolvam a autoconfiança, autoestima e equilíbrio emocional para enfrentarem todas as mudanças que ocorrerão. Os colaboradores que estiverem dispostos a assumir um comprometimento com o novo, com as novas estratégias deverão ser mantidos; já aqueles que não se engajarem no novo processo, com a nova visão, com certeza serão os primeiros a serem desligados da empresa, caso haja necessidade. A partir daí, toda a equipe estará afinada para seguir em frente, desenvolvendo as estratégias, com o objetivo de atingir as metas estabelecidas de comum acordo com a gestão.

Ainda pensando no ambiente corporativo, e nas equipes, reforço que para que atinja um nível de excelência no trabalho prestado, será preciso aos colaboradores elevarem constantemente os seus objetivos, pensarem grande, desafiarem-se a ultrapassar os limites do momento, fazendo tudo com maestria e dedicação.
“A inteligência emocional e o autoconhecimento são fundamentais nesse processo. Inteligência emocional é usar de modo equilibrado os dois lados do cérebro, razão e emoção. É preciso entender o que está ocorrendo, mas não é interessante se abalar emocionalmente com os fatos. É preciso manter a mente aberta e equilibrada, superar os medos, a ansiedade e a preocupação, com o objetivo de manter a saúde física e mental e não diminuir a imunidade, tornando-se mais vulnerável a contrair o vírus ou outras doenças oportunistas. Inclusive, pesquisas indicam que 80% dos resultados positivos em nossa vida devem-se ao nosso equilíbrio emocional, ao relacionamento interpessoal. Tudo acontece entre as pessoas. Então, é necessário ter este equilíbrio para melhorar ou manter os relacionamentos profissionais e pessoais, manifestando sensibilidade e atenção às necessidades dos outros”, conclui.

Rosa Buccino é jornalista profissional com experiência em produção, edição e gestão de conteúdos diversificados (redes sociais, blogs, sites, reportagens, revisão de textos, redação de roteiros para vídeos e mídias impressas), assessoria de imprensa e comunicação corporativa.
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